Festival de Brasília do Cinema Brasileiro: conheça o júri da Mostra Competitiva


06 Nov

Cacá Diegues, presidente do júri de longas-metragens do FestivalCacá Diegues, presidente do júri de longas-metragens do Festival

Estes serão os responsáveis por definir quem leva o Troféu Candango nas diferentes categorias do Festival

Eles são peças fundamentais em qualquer festival, seja de música, de desenho ou de cinema… E nem sempre compartilham da opinião do público. Podem ser queridinhos, mas também se transformar em vilões. Fato é que o júri do Festival de cinema mais antigo do país terá trabalho para escolher quem levará os troféus Candango nas diferentes categorias da 52ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

Sete profissionais do audiovisual de alto gabarito e grande reconhecimento dentro e fora do país julgarão os 7 longas selecionados para a Mostra Competitiva. Outros cinco integrantes do júri serão os responsáveis por avaliar os 14 curtas.

Conheça o júri:


Mostra competitiva – Longas-metragens

Cacá Diegues é o presidente do júri de longas-metragens do 52º Festival de Brasília do Cinema BrasileiroUm dos grandes nomes do cinema brasileiro de todos os tempos, sua filmografia consegue o raro feito de ser ao mesmo tempo popular e de empenho artístico, reflexivo e de encantamento. Um dos fundadores do Cinema Novo, dirigiu filmes de grande popularidade, tais como Xica da Silva e Bye bye Brasil. Participou e foi premiado em festivais como Cannes, Veneza, Berlim, entre outros, o que o tornou um dos cineastas latino-americanos mais conhecidos e respeitados no mundo.

Bianca De Felippes é produtora e distribuidora de cinema e produziu mais de 150 peças. É fundadora da Associação dos Produtores de Teatro. Foi sócia da Copacabana Filmes e está na Gávea Filmes desde 2008. Entre outros, produziu Carlota Joaquina, a Princesa do Brazil, ícone da retomada do cinema brasileiro; Faroeste caboclo; e prepara o lançamento do longa Eduardo e Mônica.

Artur Xexéo, 68 anos, é jornalista, dramaturgo, roteirista e escritor carioca. Mantém uma coluna semanal no jornal O Globo e é comentarista da GloboNews e da CBN. Autor de musicais e roteirista de séries de TV. Assina os livros O torcedor acidental, Janete Clair – A usineira dos sonhos e Hebe – A biografia.

Carmen Luz é realizadora audiovisual, mestre em Arte e Cultura Contemporânea pela UERJ, pesquisadora, pós-graduada em Cinema-Documentário pela Fundação Getulio Vargas e professora na Escola de Cinema Darcy Ribeiro. Integra comitês de seleção de eventos de cinema. Seus filmes foram exibidos em festivais no Brasil e no exterior.

Jimi Figueiredo é diretor e roteirista. Seus curtas Superfície, Paralelas e Verdadeiro ou falso participaram de importantes festivais no Brasil e no exterior. Realizou os longas Cru (2011), Jogo da memória (2014) e Malícia (2016). Atualmente, dirige a minissérie Histórias do Brasil e finaliza o longa-metragem Noctiluzes.

Pablo Villaça atua como crítico de cinema desde 1994. Em 1997, criou o Cinema em Cena, mais antigo site do gênero da web brasileira. Roteirizou e dirigiu dois curtas-metragens e é autor dos livros O cinema além das montanhas e Os filmes da sua vida têm muito mais para contar, além de colaborações em três livros da Abraccine.

Bruna Linzmeyer é atriz. Atuou em dez longas-metragens, quatro curtas, sete novelas e duas séries de TV. Entre as diretoras e diretores com quem trabalhou, estão Anita Rocha da Silveira, Daniela Thomas, Carlos Diegues e Neville D’Almeida.


Mostra Competitiva – Curtas-metragens:

Lorenna Montenegro é crítica de cinema, roteirista, jornalista cultural e produtora de conteúdo, com mais de 15 anos de atuação na área. Cursou Produção Audiovisual na PUC-RS. É membro do Elvira, coletivo de mulheres críticas de cinema, e da Associação de Críticos de Cinema do Pará (ACCPA). Ministra oficinas e cursos sobre crítica, história e estética do cinema, além de participar como júri e palestrante de festivais.

Takumã Kuikuro é cineasta, coordenador do Coletivo Kuikuro de Cinema e presidente da Associação Indígena Kuikuro do Alto Xingu. Codirigiu o longa-metragem As Hiper Mulheres (2011), premiado nos festivais de Gramado e Brasília, além de vários curtas e médias-metragens, tais como O dia em que a Lua menstruou (2004), O cheiro de pequi (2006), Karioka (2015), Londres como uma aldeia (2016) e Xandoca (2019). É formado em Edição pela Fundação Darcy Ribeiro. Realiza oficinas de audiovisual entre povos indígenas da Amazônia.

Carlos del Pino é uruguaio, realizador cinematográfico formado pela Escuela Superior de Cine de Santa Fé, Argentina, país onde começou sua atuação no audiovisual. No Brasil, trabalhou com Cacá Diegues e quase todos os diretores do Cinema Novo. Fez filmes de ficção e documentário. Atualmente, está finalizando a adaptação da ópera Olga Benário Prestes, do maestro Jorge Antunes, e inspirada no livro Olga Benário, de Ruth Werner.

André Dib é jornalista, pesquisador, curador e crítico de cinema. Tem textos publicados em diversos jornais, revistas, sites, catálogos e livros, tais como o recém-lançado Trajetória da crítica de cinema no Brasil. Membro da diretoria da Associação Brasileira dos Críticos de Cinema (Abraccine 2013-17). Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal da Paraíba.

Primeira mulher a dirigir a fotografia de um longa no Brasil, Kátia Coelho recebeu mais de 30 prêmios nacionais e internacionais. Com Tônica dominante, ganhou o Kodak Vision Award – Women in Film, Los Angeles, e o APCA. Fotografou A Via Láctea, de Lina Chamie, representante do Brasil em Cannes. Foi professora de Cinematografia na USP. Fez a produção executiva de Terra de ciganos, de Naji Sidki, e de Dulcina, de Glória Teixeira. Fotografou Diário de viagem, em finalização, de Paula Kim.


Saiba os valores da premiação dos vencedores:

MOSTRA COMPETITIVA


– Categoria longa-metragem:

Melhor Filme de longa-metragem: R$ 50.000,00

Melhor Direção: R$ 30.000,00

Melhor Ator: R$15.000,00

Melhor Atriz: R$ 15.000,00

Melhor Ator Coadjuvante: R$ 10.000,00

Melhor Atriz Coadjuvante: R$ 10.000,00

Melhor Roteiro: R$ 10.000,00

Melhor Fotografia: R$ 10.000,00

Melhor Direção de Arte: R$ 10.000,00

Melhor Trilha Sonora: R$ 10.000,00

Melhor Som: R$ 10.000,00

Melhor Montagem: R$ 10.000,00

Prêmio Especial do Júri: R$ 10.000,00


– Categoria de curta-metragem

Melhor Filme de curta-metragem: R$ 20.000,00

Melhor Direção: R$ 10.000,00

Melhor Ator: R$ 5.000,00

Melhor Atriz: R$ 5.000,00

Melhor Roteiro: R$ 5.000,00

Melhor Fotografia: R$ 5.000,00

Melhor Direção de Arte: R$ 5.000,00

Melhor Trilha Sonora: R$ 5.000,00

Melhor Som: R$ 5.000,00

Melhor Montagem: R$ 5.000,00


– Prêmios do Júri Popular:

Melhor longa-metragem: R$50.000,00

Melhor curta-metragem: R$20.000,00


Informações para a imprensa:


Pelo e-mail imprensa@festivaldebrasilia.com.br 


Secretaria de Cultura e Economia Criativa:

(61) 3325-6220 / (61) 99344-0500

E-mail: comunicacao@cultura.df.gov.br


Eixos Comunicação Integrada:

(61) 98454-2063

E-mail: contato@eixoscomunicacao.com

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